III Seminário Aberto MBA Saneamento Ambiental debate os caminhos do saneamento no Brasil

Encontro reuniu especialistas de empresas públicas e privadas e tratou sobre as novas perspectivas para o setor.

Avanços, desafios e projeções do setor de saneamento. Esses foram os pontos debatidos na terceira edição do Seminário Aberto MBA Saneamento Ambiental, realizado na última sexta-feira (07/02), no auditório da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP. O evento foi aberto ao público e transmitido ao vivo pelo site do curso.

Sob o tema “Interação entre público e privado”, o evento reuniu representantes de empresas públicas e privadas para discutir os caminhos do setor de saneamento no Brasil. A abertura do seminário foi realizada por Rafael Castilho, coordenador de projetos e coordenador administrativo do MBA Saneamento Ambiental; Luiz Roberto Gravina Pladevall, professor do curso; Laís da Costa Manso, diretora geral da FESPSP; e Carla Diéguez, Professora do curso e da FESPSP.

O debate contou com a participação de João Paulo Tavares Papa, assessor da presidência da Sabesp; Marco Antônio dos Santos, diretor técnico da Sanasa Campinas (Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento); e Rogério de Paula Tavares, vice-presidente de Relações Institucionais da AEGEA Saneamento e Participações S.A. O Professor Elcires Pimenta, coordenador técnico do MBA Saneamento Ambiental, foi o mediador.

Mudanças no marco regulatório

Entre os pontos levantados, Rogério Tavares abordou as mudanças do novo marco regulatório de saneamento, que aguarda aprovação do Senado. “As pessoas precisam entender melhor todas as perspectivas que o setor tem hoje a partir desse novo marco legal. A interação entre área pública e privada é fundamental para que o saneamento no País possa alcançar a universalização em um espaço de tempo razoável”, comentou.

Problemas de saneamento

Já Santos refletiu outro compromisso importante do setor: “É necessário lembrar que os problemas de saneamento precisam ser resolvidos, porque quem precisa é a população. Seja público ou privado, tem que chegar à sociedade com eficiência”, salientou.

Recursos privados

E João Paulo Papa observou: “O que se espera para os próximos anos é um forte financiamento e participação de recursos privados na área de saneamento e, para que esses recursos possam fluir como se espera, é necessário que haja profissionais comprometidos com os desafios relacionados à saúde pública e ambiental”.

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